Quando criei o blog com esse nome, no coração tinha a citação de São Tomás de Aquino: "a concórdia não é a uniformidade de opiniões, mas a concordância de vontades."
Vendo o cenário das eleições em que parece estar mais evidente o jargão de que "política e religião não se discutem", procurei examinar mais de perto o que me incomodava tanto nesse jargão e nesse cenário.
Defender uma ideia que se pensa ser boa para todos, seja política, seja religiosa, é louvável, mas quando se fere o direito do outro fazer o mesmo, criticando-o ou pior, se está indo no sentido oposto da democracia ou dos valores religiosos do respeito e amor ao próximo.
Se isso acontece, de repente, não é mais uma questão de consenso do que é melhor para o meu país ou do que mais me faz evoluir espiritualmente, mas de "se estar certo ou ter razão". Em outras palavras, a questão política e religiosa que deveriam atender a um Bem comum, passa agir em função do ego e desvirtua os objetivos principais de ambos.
Quando uma contradição assim existe, está sujeito acontecer disputas e discussões se deixando a preciosa oportunidade de se aprender com o diferente, mesmo que se continue agindo como eu acredito ser melhor. O respeito permite que eu me aproxime e aprenda com a diversidade e ela passa, mesmo sem eu concordar com ela, a me fazer enxergar não só os porquês de não concordar, mas no que eu posso melhorar com ela - deixando para isso o orgulho de lado.
Retomando a citação de Aquino, se concordo que temos a mesma vontade, ou seja, queremos a mesma coisa, podemos ter opiniões diferentes, até porque elas podem se complementar, ou ainda, tentamos hoje da sua maneira e se não der certo, amanhã tentamos da minha e quem sabe futuramente, possamos uni-las e trazendo o melhor de cada uma.
Da mesma forma, como psicóloga, estou com frequência diante do "aceitar o diferente". Se eu e meu cliente, queremos a mesma coisa - melhor qualidade de vida -, podemos ter opiniões diferentes, pois se há respeito, há paz. Havendo paz, consigo ver melhor. Se consigo ver melhor, escolho o que é melhor para minha evolução.
Vendo o cenário das eleições em que parece estar mais evidente o jargão de que "política e religião não se discutem", procurei examinar mais de perto o que me incomodava tanto nesse jargão e nesse cenário.
Defender uma ideia que se pensa ser boa para todos, seja política, seja religiosa, é louvável, mas quando se fere o direito do outro fazer o mesmo, criticando-o ou pior, se está indo no sentido oposto da democracia ou dos valores religiosos do respeito e amor ao próximo.
Se isso acontece, de repente, não é mais uma questão de consenso do que é melhor para o meu país ou do que mais me faz evoluir espiritualmente, mas de "se estar certo ou ter razão". Em outras palavras, a questão política e religiosa que deveriam atender a um Bem comum, passa agir em função do ego e desvirtua os objetivos principais de ambos.
Quando uma contradição assim existe, está sujeito acontecer disputas e discussões se deixando a preciosa oportunidade de se aprender com o diferente, mesmo que se continue agindo como eu acredito ser melhor. O respeito permite que eu me aproxime e aprenda com a diversidade e ela passa, mesmo sem eu concordar com ela, a me fazer enxergar não só os porquês de não concordar, mas no que eu posso melhorar com ela - deixando para isso o orgulho de lado.
Retomando a citação de Aquino, se concordo que temos a mesma vontade, ou seja, queremos a mesma coisa, podemos ter opiniões diferentes, até porque elas podem se complementar, ou ainda, tentamos hoje da sua maneira e se não der certo, amanhã tentamos da minha e quem sabe futuramente, possamos uni-las e trazendo o melhor de cada uma.Da mesma forma, como psicóloga, estou com frequência diante do "aceitar o diferente". Se eu e meu cliente, queremos a mesma coisa - melhor qualidade de vida -, podemos ter opiniões diferentes, pois se há respeito, há paz. Havendo paz, consigo ver melhor. Se consigo ver melhor, escolho o que é melhor para minha evolução.

