De volta ao ponto no oceano, pequena ilha do Caribe, Saint Vincent, terra umida e quente, musical, cheirosa e sorridente...
Cheguei aqui ha quase duas semanas, finalmente uma pausa verdadeira, um lugar familiar, uma zona de transicao entre a Africa e o Brasil, para voltar aos poucos sem tropecar. Cheguei aqui e lembrei o que e relaxar...
A verdade e que nao e facil chegar, assim como nao e facil deixar. Digo deixar e nao partir, porque este segundo sim, e facil, simples, tao cheio de esperancas e expectativas. Mas o deixar aperta, sufoca, cria o vazio que toda lembranca ecoa com uma ponta de alegria, dor e saudade.
O Caribe para mim e o pantanal: um lugar entre a terra e a agua. Nem Brasil, nem Africa. Nem casa, nem rua. Nem ferias, nem trabalho... Mais umas semanas nesse pantano indistinto soa como sala de espera, camarim e por que nao dizer um utero?...
Com poucas palavras para continuar, deixo aqui um poema que escrevi uns dias antes de sair de Mocambique...
Cheguei aqui ha quase duas semanas, finalmente uma pausa verdadeira, um lugar familiar, uma zona de transicao entre a Africa e o Brasil, para voltar aos poucos sem tropecar. Cheguei aqui e lembrei o que e relaxar...
A verdade e que nao e facil chegar, assim como nao e facil deixar. Digo deixar e nao partir, porque este segundo sim, e facil, simples, tao cheio de esperancas e expectativas. Mas o deixar aperta, sufoca, cria o vazio que toda lembranca ecoa com uma ponta de alegria, dor e saudade.
O Caribe para mim e o pantanal: um lugar entre a terra e a agua. Nem Brasil, nem Africa. Nem casa, nem rua. Nem ferias, nem trabalho... Mais umas semanas nesse pantano indistinto soa como sala de espera, camarim e por que nao dizer um utero?...
Com poucas palavras para continuar, deixo aqui um poema que escrevi uns dias antes de sair de Mocambique...
O monte virou planicie
Como dunas de areia
a caminhar com o vento
Pouco a pouco a passar,
diminui e agora a cessar.
A montanha so fica na lembranca
Depois de subi-la, e collina...
Uma escada de tres degraus
a uma piscina de bonanca.
De mestres a marionetes
O coracao para, palpita, aquece
Brinca com a mente
a sambar com polka
a disfarcar quando o caos floresce.
A trilha do delirio ao nirvana
se completa e retorna
Num ritmo viril, gentil e constante
Cobre de louros o destino
Que vibra e avanca no horizonte
Sempre alem daquilo que domino
A lembrar do pulso forte de viajante
Escolhas a moldar o caminho
Fe guerreira a mover outro monte
Escaladas iluminadas ao infinito e avante.
Que delicia ler seu blog. estou pensando muito seriamente em viver essa experiencia, pero acho que a comUnicação com o pessoal lá é meui ruim. nao respondem meus e-mail. mas vou a luta logo quero viver tudo issO tambem. PARABÉNS
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